Ai não sei exatamente por onde começar esse assunto...
Amigos... Mas, o que são amigos? Aqueles que crescem com a gente e depois não nos falamos mais? São aqueles que te escutaram depois se calaram.
Não sei exatamente como é a tradução pra isso.
Mas sei que os meus eu conto nos dedos das mãos.
E tenho colegas que divido em categorias:
* Tenho o colega do "Oi, tudo bem." - São os colegas que toda grande e profunda conversa inicia e termina após três segundos. rs
*Tenho o colega balada - Ai, esse colega é o mais conhecido por todos. São aqueles que estão em todas as baladas, todas as fotos. Todos os momentos divertidos de nossas vidas.
* Tenho o colega "salário" - O salário chega ele chega, o salário acaba ele vai embora.
Mas, tenho amigos. Alguns que cresceram sim comigo. E apesar de distancia ainda tem a coragem de fazer um interurbano só para saber como estou.
Tenho amigos que nunca vi, não sei a cor do olho. Mas são os meus amigos de sentimentos. Aqueles que eu grito a qualquer hora e estão dispostos a me ajudar, me ouvir, me aconselhar.
E tenho aqueles amigos que levarei por toda a minha vida. São poucos. Conto nos dedos de uma mão.
Os mais importantes estão incluídos na vida do meu filho.
Em posições de tias, tios e madrinhas. E são os mesmos que cuidam não só de mim, mas do que me cerca.
A esses devo minha alegria! Não vou citar nomes, pois os que fazem parte sabem.
Mas são aqueles que apareceram do nada na minha vida. E são como irmãos que eu escolhi.
Pode acontecer o que for... Mas estaremos sempre unidos. Não importa o seja, amigos fazer parte da família que escolhemos.
sábado, 28 de abril de 2012
O inicio...
Bem, todos me disseram que eu teria que escrever sobre o meu inicio para que entendam o que acontece o agora.
Então resolvi tentar. E falar sobre como tudo aconteceu.
Não sou muito diferente de muitos. Tenho família, pai, mãe, avó, tias... Tenho uma casa, um namorado, um filho. Tenho amigos. Tenho sonhos, pesadelos, alegrias e tristezas. Mas quem dera se tudo tivesse continuado com flores.
Quando eu era pequena eu era muito bonitinha, modéstia a parte rs. Era muito levada. E sem noção dos perigos da vida, ou dos meus atos. Acredito que nessa parte ainda não mudei muito.
Meu pai faleceu quando eu tinha apenas 14 anos. Eu nem entendi aquilo direito. Me senti vazia, sozinha. Como me sinto até hoje.
Minha mãe teve que cuidar de mim e de minha irmã sozinha. Se ter a menor noção de como faria isso.
Sorte dela que minha irmã era mais velha e conseguiu ajuda-la.
Mas como toda boa adolecente revoltada com a vida e com a morte do pai. Pirei! E aprontei muito.
Fiz minha mãe perder o controle e a sanidade. Fiz eu mesma perder ela.
E hoje vish as brigas não param no Oi....
Mas ai eu achei que isso era o pior que podia me acontecer. Mas não foi.
Conheci uma pessoa, achei que seria pra sempre. Achei que ali eu teria controle sobre minha vida. E sobre meus atos. Não foi assim.
No inicio todos são anjos. Todos parecem a salvação. Ai descobri que é só quando conhecemos.
Tive meu filho com ele. E quando eu estava de quatro meses. Ele me bateu pela primeira vez. Mas não contei a ninguem e controlei meus pensamentos. Pensando que ele era o pai do meu filho. E que ele teria comentido um erro. E quem não erra nessa vida? E com isso ele iria aprender e ia melhorar.
E mais uma vez eu errei.
Minha mãe já dizia que quem faz uma vez, faz duas, tres.
E ali vi que não pararia ali. Com meu pequeno com sete meses perdi a guarda dele pra minha mãe. Pois ele me agredia muito.
Não vou dizer que não tive culpa nisso. Pois eu tive. Eu sou terrivel. Sou mal-criada, e respondona. Não abaixo a cabeça pra ninguém. Nem pra homem nem pra mulher, em pra ninguém.
E fazia muitas vezes ele perder a cabeça. Mas não vou escutar de pivete que sou isso ou aquilo.
Entao quando meu pequeno fez sete meses o perdi. E estou nessa guerra de justiça desde então. Dois anos e cinco meses.
Mas nesses dois anos, como eu passei coisas ruins. Eu vi a morte na mão dos outros. Vi a minha morte.
Vi faca no pescoço. Vi mãos na garganta.
Tentei ir embora. E o pior momento da minha vida foi deixar meu pequeno na minha mãe e escutar ele gritando "mamae". Mas agora vejo que eu não tinha escolha. Não tive mesmo. E se um dia ele ler isso. Saiba que eu sempre vou ama-lo. E como eu queria ser forte para segurar não só a mim, mas nós dois.
Bem, namorei um ano... Tive crises horriveis de medo. Chorava.
Terminamos.
Eu conheci meu atual namorado. Me senti segura.
Mesmo eu sendo cheia de manias, acho que tenho até mesmo mania de ter manias... kkk
Mudei minha vida.
Agora posso me apresentar.
Meu nome é Marina, tenho 21 anos. Moro na Grande Vitória/ES.
Tenho um filho de 03 anos. A coisa mais importante da minha vida é ele.
Trabalho numa agencia de viagens.
Meu pequeno mora no Rio e sofro muito sem ele. Mas aos poucos vou explicando tudo...
"Eu gostaria de ser forte para erguer não só eu. Mas nós dois. E um dia serei forte!"
Então resolvi tentar. E falar sobre como tudo aconteceu.
Não sou muito diferente de muitos. Tenho família, pai, mãe, avó, tias... Tenho uma casa, um namorado, um filho. Tenho amigos. Tenho sonhos, pesadelos, alegrias e tristezas. Mas quem dera se tudo tivesse continuado com flores.
Quando eu era pequena eu era muito bonitinha, modéstia a parte rs. Era muito levada. E sem noção dos perigos da vida, ou dos meus atos. Acredito que nessa parte ainda não mudei muito.
Meu pai faleceu quando eu tinha apenas 14 anos. Eu nem entendi aquilo direito. Me senti vazia, sozinha. Como me sinto até hoje.
Minha mãe teve que cuidar de mim e de minha irmã sozinha. Se ter a menor noção de como faria isso.
Sorte dela que minha irmã era mais velha e conseguiu ajuda-la.
Mas como toda boa adolecente revoltada com a vida e com a morte do pai. Pirei! E aprontei muito.
Fiz minha mãe perder o controle e a sanidade. Fiz eu mesma perder ela.
E hoje vish as brigas não param no Oi....
Mas ai eu achei que isso era o pior que podia me acontecer. Mas não foi.
Conheci uma pessoa, achei que seria pra sempre. Achei que ali eu teria controle sobre minha vida. E sobre meus atos. Não foi assim.
No inicio todos são anjos. Todos parecem a salvação. Ai descobri que é só quando conhecemos.
Tive meu filho com ele. E quando eu estava de quatro meses. Ele me bateu pela primeira vez. Mas não contei a ninguem e controlei meus pensamentos. Pensando que ele era o pai do meu filho. E que ele teria comentido um erro. E quem não erra nessa vida? E com isso ele iria aprender e ia melhorar.
E mais uma vez eu errei.
Minha mãe já dizia que quem faz uma vez, faz duas, tres.
E ali vi que não pararia ali. Com meu pequeno com sete meses perdi a guarda dele pra minha mãe. Pois ele me agredia muito.
Não vou dizer que não tive culpa nisso. Pois eu tive. Eu sou terrivel. Sou mal-criada, e respondona. Não abaixo a cabeça pra ninguém. Nem pra homem nem pra mulher, em pra ninguém.
E fazia muitas vezes ele perder a cabeça. Mas não vou escutar de pivete que sou isso ou aquilo.
Entao quando meu pequeno fez sete meses o perdi. E estou nessa guerra de justiça desde então. Dois anos e cinco meses.
Mas nesses dois anos, como eu passei coisas ruins. Eu vi a morte na mão dos outros. Vi a minha morte.
Vi faca no pescoço. Vi mãos na garganta.
Tentei ir embora. E o pior momento da minha vida foi deixar meu pequeno na minha mãe e escutar ele gritando "mamae". Mas agora vejo que eu não tinha escolha. Não tive mesmo. E se um dia ele ler isso. Saiba que eu sempre vou ama-lo. E como eu queria ser forte para segurar não só a mim, mas nós dois.
Bem, namorei um ano... Tive crises horriveis de medo. Chorava.
Terminamos.
Eu conheci meu atual namorado. Me senti segura.
Mesmo eu sendo cheia de manias, acho que tenho até mesmo mania de ter manias... kkk
Mudei minha vida.
Agora posso me apresentar.
Meu nome é Marina, tenho 21 anos. Moro na Grande Vitória/ES.
Tenho um filho de 03 anos. A coisa mais importante da minha vida é ele.
Trabalho numa agencia de viagens.
Meu pequeno mora no Rio e sofro muito sem ele. Mas aos poucos vou explicando tudo...
"Eu gostaria de ser forte para erguer não só eu. Mas nós dois. E um dia serei forte!"
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